Testemunhos de Pacientes

Como qualquer procedimento cirúrgico, o PPH pode apresentar riscos. Os resultados individuais nos pacientes podem variar, e não são indicativos de todos os resultados. Os pacientes devem consultar seus médicos para discutir que tipo de procedimento é indicado para eles.

 

 

“Minhas hemorróidas eram tão graves que precisava introduzi-las eu mesmo, para sentir-me confortável. Meus movimentos intestinais eram muito desconfortáveis, e constantemente encontrava sangue em minhas roupas íntimas. Finalmente, discuti isso com meu médico, que me recomendou o PPH.

Já faz duas semanas do procedimento, e desde então não tive qualquer problema. Comentarei com pacientes que estão pensando no PPH que o procedimento não representa um problema. Se soubesse antes como é bom, teria feito há muito tempo. Sofri sem necessidade, porque estava assustado.”

“Antes do PPH, apresentava sangramentos que aumentavam gradativamente com o tempo. Não tive qualquer medo ou ansiedade sobre o PPH, por que meu médico havia comentado o que poderia esperar. Depois do PPH, segui as ordens do médico, que me mantiveram bastante tranquilo. Uma semana depois da cirurgia, não sentia qualquer dor ou incômodo. Direi aos pacientes que estão pensando no PPH que não esperem mais. É um alívio acabar com o sangramento. O PPH é um procedimento excelente e fácil para os candidatos a este procedimento.”

“Sofria de problemas de hemorróidas há 35 anos. Há 7 ou 10 anos, fui informado de que sofria de hemorróidas tipo 3 e que seria necessária uma cirurgia de hemorróidas. Tinha ouvido de pessoas que haviam sido submetidas à cirurgia tradicional que a dor durante a recuperação era muito intensa. Então, decidi submeter-me à terapia com injeções. Funcionaram bem, mas somente por um período de 5 meses. Se não procurasse uma nova terapia, sofreria de sangramentos espontâneos, que eram muito embaraçosos.

Meu médico comentou sobre um novo procedimento, conhecido como grampeamento. Disse-me que havia estudado extensamente o procedimento e o aplicado várias vezes. Tinha muito confiança nele, então disse que a faríamos e agendamos uma data para junho de 2002. Eu seria a sexta pessoa na cidade a ser submetida a este procedimento.

Haviam me contado que era um procedimento praticamente indolor. Além disso, o procedimento tinha uma excelente história de sucesso. Minha única preocupação era a dor após a cirurgia, especialmente ao ter um movimento intestinal.

Depois do PPH, senti um pouco de incômodo, mas nada disso resultou em dor. Retornei ao trabalho no dia seguinte. Era um pouco desconfortável sentar-me na cadeira. Por isso, decidi tirar o dia seguinte de trabalho. Porém, depois disso, retornei ao dia completo de trabalho e às minhas atividades normais.

Tenho somente um conselho para qualquer pessoa que está pensando no PPH: parem de sofrer em silêncio; parem de sofrer os efeitos de ter hemorróidas e que ninguém está disposto a comentar.

Dediquei um bom tempo para falar sobre isso como paciente. Disse que, até onde sei, há um grande grupo de pessoas que sofrem o que sofri por tanto tempo, e quero que essas pessoas saibam que, graças ao PPH, não precisavam mais sofrer.”

“Sofria de hemorróidas muito dolorosas e de fissuras. Fiquei fechado em casa em agonia por 5 semanas. Três médicos haviam me dado 6 prescrições distintas de cremes e supositórios. Os medicamentos não funcionaram, e eu estava desesperado para ter algum alívio. Escolhi o PPH e não a hemorroidectomia convencional porque conhecia alguém que havia sido submetido à cirurgia convencional e havia tido dor e um longo processo de cura.

Garantiram-me que a cirurgia com PPH não seria demorada, e minimamente incômoda. Igualmente, estava preocupado que o processo de cura fosse doloroso e lento, e que pudesse não ser um paciente viável para o PPH. Também estava preocupado por ser “grampeado” e que fosse sentir os grampos, e de como seria a sensação depois do procedimento.

Em uma escala de 1-10 (10 sendo o máximo de dor), entrei no hospital sentindo uma dor de 10 e sai do hospital, um dia depois, em um nível 3. Depois dos 2 primeiros dias, não é necessário mais medicamento para dor. Já se passaram seis semanas da minha cirurgia, e não tive um único sinal de recorrência.

Eu diria aos pacientes que estão pensando no PPH que não devem ter dúvidas ao escolhê-lo. Apenas gostaria de ter ouvido falar desta solução antes, para não ter sofrido por tanto tempo.”

“Trabalho fora de casa, e demorei a buscar ajuda por muito tempo (tempo perdido), e também por causa da dor que acompanha qualquer procedimento daqueles que tinha pesquisado. Também conheço as “histórias de guerra” de parentes e amigos que foram submetidos ao procedimento convencional. Depois de ouvir sobre o PPH, li o catálogo, aprontei-me para encontrar o médico adequado e marcar uma data. Minha primeira visita ao médico foi informativa. Não tive nenhum medo ou ansiedade de submeter-me ao procedimento.”

“Senti uma dor mínima, era mais um incômodo do que qualquer outra coisa. Tomei um comprimido antes de sair do hospital principalmente porque me recomendaram que o fizessem, não por sentir necessidade. Não tomei qualquer medicamento depois disso. Fiz a cirurgia na quarta-feira, no dia seguinte estava de pé, sem dor, descansando a intervalos, quando sentisse necessidade. Na sexta-feira, sábado e domingo fiquei em casa, fazendo praticamente de tudo. Até saí para jantar no sábado e estava pronto para ir trabalhar na segunda-feira. Não tive qualquer recorrência das hemorróidas. Meu conselho para os pacientes que estão pensando no PPH é que devem ler a literatura, conversar com um médico, obter respostas para todas as suas perguntas e fazê-lo logo! Por que continuar com o procedimento, quando há uma ajuda tão notável disponível?”